Canaã: vereadores aprovam oito indicações na 9ª Sessão Ordinária do ano

Ontem, 1º de abril, a Câmara Municipal de Canaã dos Carajás realizou a sua 9ª Sessão Ordinária no plenário Sebastião Bruno Ferreira. Durante a sessão, diversas indicações foram apresentadas e aprovadas por unanimidade, visando melhorias para a cidade.

A vereadora Elenjusse Martins (MDB), propôs a substituição dos sinais sonoros nas unidades de ensino público e privado por alternativas acessíveis a alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), através da indicação 206/2025.

O vereador Jonas Magalhães, do PDT, por meio da indicação 218/2025, solicitou a construção de uma Unidade Básica de Saúde no bairro Jardim América, entre a Avenida Santos Dumont e a Rua Ceará. A duplicação da estrada VE-03, que liga ao futuro aeroporto, foi pedida pelo vereador Walter Dinis na indicação 254/2025.

Já o vereador Cleido Braz (UB) nas indicações 257 e 259/2025, solicitou medidas de segurança no trânsito no cruzamento da Avenida São José com a Avenida Pará, no bairro Paraíso das Águas, e a implantação de um redutor de velocidade no cruzamento da Avenida São João com a Avenida A, no bairro Jardim Europa.

O vereador Werbet Felipe (PDT) apresentou as indicações 280, 281 e 283/2025, pedindo a revitalização das ciclovias urbanas com atenção especial para a correção dos desníveis nas entradas, a readequação do trecho entre a rotatória do letreiro da cidade e a estrada de acesso ao S11D, substituindo as barreiras físicas por outras mais eficientes, e a implantação de uma ciclovia na VE-3, começando logo após o letreiro no final da Avenida Weine Cavalcante até o término do asfalto, garantindo a continuidade da infraestrutura cicloviária e proporcionando mais segurança aos ciclistas.

No grande expediente a maioria dos vereadores discursaram contra a privatização dos serviços de água e esgoto no município.

A privatização no Pará faz parte de uma tendência nacional, com expectativa de que até 2026, cerca de 2.764 municípios tenham contratos de concessão para água e esgoto. O Pará está na vanguarda dessa mudança. No entanto, a privatização tem gerado controvérsias. Críticos argumentam que o critério de maior valor de outorga fixa pode resultar em tarifas mais altas e precarização dos serviços, afetando principalmente a população mais vulnerável.
O leilão está agendado para 11 de abril de 2025, e o modelo de concessão, com apoio do BNDES, prevê investimentos de R$ 18,8 bilhões para universalizar o abastecimento de água até 2033 e o esgoto até 2039.

Com informações e imagem Ascom – CMCC

Henrique Branco

Formado em Geografia, professor das redes de ensino particular e pública de Parauapebas, pós-graduado em Geografia da Amazônia e Assessoria de Comunicação. Autor de artigos e colunas em diversos jornais e sites.

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